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Manifestações e autores teatrais

Os gêneros dramáticos, tragédia e comédia desenvolvem-se separadamente, com pouca ou nenhuma interação.

Os textos primitivos constam apenas de um recitante, e de um coro que comenta suas palavras. Posteriormente, as necessidades dramáticas fazem com que os outros atores sejam acrescentados. Dentre os tragediógrafos de que se tem notícia, os únicos que têm obras acabadas são Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.

Ésquilo trata das relações entre os homens, os deuses e o universo, e preocupa-se em emitir juízos morais genéricos. Sófocles, ao contrário, aborda conflitos entre indivíduos, há também a necessidade de mais atores e a atenuação da função do coro.

Eurípedes possui esse mesmo gosto da prospecção do comportamento individual, mas sua preferência pelas personalidades e temas mórbidos confere a seu teatro um caráter "romântico".

Na obra de Aristófanes, o maior representante da "comédia antiga",o coro tem papel predominante e a sátira visa indivíduos isolados mais do que instituições.

Com a "comédia nova", que atinge seu apogeu com Menandro, a função do coro é reduzida a fornecer interlúdios musicais, e a peça assume a forma típica da comédia de costumes.

A partir de 240 a.C., começam a ser exibidas peças traduzidas do grego. As tradições culturais e os padrões arquitetônicos dos teatros helênicos são retomados pelos romanos. Mas o coro é substituído por um só recitante, que faz com que a atenção seja concentrada nos atores, a comédia predomina.

Na tragédia, proliferam situações grotescas e efeitos espetaculares. Durante a república, sobressaem-se os comediógrafos Plauto e Terêncio, cujas personagens cômicas darão origem a Commedia dell'Arte. Quanto à tragédia, só sobrevivem compostas as de Sênica, em que a retórica substituiu o despojamento grego.

Com o triunfo do Cristianismo, a arte teatral é reprimida pela igreja, os teatros são fechados no século VI, só ressurgindo por volta do século X.