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Simbolismo

O teatro como reprodução fotográfica da vida real é negado pelos simbolistas; apenas os símbolos importam como tradutores de outra realidade, menos tangível porém mais verdadeira: a do pensamento subjetivo. Os elementos tradicionais - caráteres, conflitos, progressão dramática- ausentam-se do drama simbolista, e as personagens são freqüentemente a materialização de ideais abstratos.

Além dos autores já citados, destacam-se Gabriele d'Annuzio, Maurice Maeterlinck e Leonid Andreiev. Nesse fim de século, explora-se também, sistematicamente, a noção da "Gesamtkunstwerk" (arte total), proposta por Richard Wagner, na qual movimento, luz, som e cor devem conjugar-se de forma a dar ao espectador uma visão total do universo. A concepção wagneriana influencia simbolistas tardios como Paul Claudel, autor de vastos dramas de fundo religioso, mas marca também o movimento Expressionista.

Já o francês Alfred Jarry, pode ser considerado um caso isolado por abordar uma série de farsas truculentas em torno de uma personagem grotesca, o Pai Ubu, colocando-se como um precursor do Surrealismo e do teatro do Absurdo.